28 de maio de 2012

Pousada e Atrativo Turístico no Pantanal realiza Curso e Reciclagem em 1os socorros e Simulação do Plano de Ação Emergencial

Participante do Programa Aventura Segura da Abeta e certificada pelo INMETRO em Gestão da Segurança a Fazenda San Francisco realizou no dia 23 de Maio um curso de Reciclagem de 1os Socorros e básico em resgate e salvamento aquático.

O curso teve duração de 8 horas, contou com 26 participantes e foi organizado pela diretora de turismo da Fazenda Carolina Coelho. Foram abordados todos os procedimentos do atendimento pré-hospitalar e foram realizadas simulações monitoradas de engasgo, fratura, hemorragia, parada cardiorrespiratória e imobilização em maca. 

A ideia destes simulados é trazer um pouco da pratica para os profissionais atuantes na pousada de forma que se preparem para qualquer emergência que possa acontecer durante a operação. Foi abordado também a importância da prevenção dos acidentes, do uso dos equipamentos de proteção individual no trabalho e de seguir as regras de segurança dos passeios que a pousada oferece.

Também participaram da ação os colaboradores das outras empresas integradas no complexo San Francisco na ideia de ter uma integração entre todas as atividades existentes dentro da fazenda. Os participantes foram avaliados e desta avaliação novos treinamentos serão organizados. 

Para o turismo de natureza é de importância vital ter um cuidado especial com o atendimento inicial a uma vitima pois o conhecimento das técnicas corretas de abordagem inicial podem salvar vidas. A Fazenda San Francisco é a única Pousada e Atrativo turístico no Pantanal com Certificação em Gestão da Segurança.






Veja  as fotos no nosso facebook: 

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17 de maio de 2012

Coluna Homem Pantaneiro - Conheça Elizabeth Coelho

Coluna Homem Pantaneiro - Conheça Elizabeth Coelho


Coluna Homem Pantaneiro - Conheça Elizabeth Coelho

Beth Coelho no Pantanal
Para a coluna Homem Pantaneiro desta semana, o Portal Pantanal Ecoturismo entrevistou Elizabeth Prudencio Coelho, proprietária da Fazenda San Francisco, localizada em Miranda (MS). Nascida em Imbituba, Santa Catarina, e Assistente Social por formação, a moradora de Campo Grande (MS) atualmente é empresária do turismo e contou um pouco sobre sua relação com o Pantanal.
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Pantanal Ecoturismo: Qual é a importância do Pantanal para você?
Elizabeth Coelho: Adoro a energia que flui da natureza. Quando estou na fazenda, em meio a gente pantaneira e os visitantes, trabalho com prazer para atender bem nossos hóspedes e mostrar os bichos da fazenda.
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Pantanal Ecoturismo: De onde surgiu a ideia de abrir as portas da San Francisco para o turismo?
Elizabeth Coelho: Sempre trouxemos amigos e família para curtir a fazenda, navegar no corixo, andar a cavalo e pescar. Os hotéis de Miranda e Bonito sempre nos pediam licença para visitar a fazenda com seus hóspedes, para ver os bichos, daí surgiu a ideia e fomos aprimorando nossa estrutura e serviços. Em função da estrutura dos campos de arroz irrigado propiciou acesso a diversas áreas dentro da fazenda o ano todo. Os campos de arroz atraem diversas espécies de aves e herbívoros como os cervos do pantanal que consequentemente atraem os predadores como a onca pintada transformando os safaris em uma verdadeira aventura.
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Pantanal Ecoturismo: Quais ações a Fazenda San Francisco realiza para atrair turistas para o Pantanal? 
Elizabeth Coelho: A fazenda participa de feiras nacionais e internacionais do turismo levando Bonito e Pantanal para conhecimento do mundo todo. Recebe constantemente equipes de TV que fazem reportagens sobre o Pantanal e falam sobre a Fazenda. Trabalha intensamente com as agencias e operadoras de turismo. Possui um site, blog e facebook onde divulga e interage com os clientes ou possíveis clientes. Além do famoso boca-a-boca que é um das formas mais efetivas de atrair os visitantes.
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Pantanal Ecoturismo: Como aliar o turismo à preservação ambiental?
Elizabeth Coelho: A fazenda propicia suporte a pesquisas, sendo o principal o Projeto GADONÇA, cujas palestras enriquecem o conteúdo da visita e revelam o lado preservacionista do Empreendimento. Nossas palestras promovem a preservação ambiental, pois mostram a importância de preservar o ecossistema pantaneiro para possibilitar a continuação da vida de muitas espécies já em extinção fora do Pantanal, sendo o mais emblemático deles a Onça Pintada. Também apoia ou apoiou projetos de pesquisa de entidades como a Pro-Carnivoros, UFMS, Universiade de IDAHO, entre outras sendo principal foco do estudo a fauna e flora do Pantanal como as araras-azuis, papagaio-verdadeiro, herpetofauna, entre outros.
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Pantanal Ecoturismo: O que mais encanta os turistas que visitam a região?
Elizabeth Coelho: A abundância a diversidade de pássaros e a amplitude das paisagens pantaneiras. Quando vêem a onça então, ai vira uma experiência inesquecível.
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Pantanal Ecoturismo: Como a pousada se prepara para receber os turistas?
Elizabeth Coelho: A Fazenda oferece estrutura para hospedagem e para o day-use. Conta com 18 apartamentos e as áreas comuns do atrativo são o redário, a piscina, banheiros, lojinha, aquários, receptivo com sala de tv e mini museu com historias sobre a onca pintada, sobre a família Coelho, entre outros. Além da Cantina Pantaneira onde oferecemos refeições com comida típica simples, com variedades de saladas, frutas e carnes de qualidade. O mais gostoso é o arroz com feijão.
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Os apartamentos da Pousada Pantaneira sao amplos e contam com ar condicionado, ventilador e janelas teladas, avarandados na frente, colchões box de primeira, chuveiros quentes com energia solar, internet wi-fi, sinal de celular vivo.
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Além disso a Fazenda conta com uma equipe de profissionais qualificados, sendo em sua grande maioria pantaneiros nativos que tiveram treinamento para atendimento ao publico, primeiros socorros, entre outros. A fazenda é a única no Pantanal com certificação pelo INMETRO em Gestão da Segurança.
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Pantanal Ecoturismo: Que mensagem você deixaria para quem deseja visitar o Pantanal e ainda está com dúvidas?

Elizabeth Coelho: Visite nosso site www.fazendasanfrancisco.tur.br - em caso de duvidas não hesite em nos consultar nos telefones 67 3242-1088 / 3242-3333 ou via email no reservas@fazendasanfrancisco.tur.br
Venha conhecer a Fazenda San Francisco Pousada e Passeios no Pantanal Sul - o melhor Safari do Brasil.

26 de março de 2012

A Política está Matando os Grandes Felinos


Publicado na Revista National Geographic (NG), em dezembro de 2011 com o titulo Politics is Killing the Big Cats. Conheca melhor George Schaller visitando o link http://www.panthera.org/people/george-schaller-phd

Texto original: George B. Schaller traduzido por Henrique Villas Boas Concone

Precisamos de uma nova abordagem para salvá-los, diz o proeminente biólogo de campo George B. Schaller.

Tigre: Fotografia de Steve Winter

Quando eu comecei a estudar os grandes felinos a quase meio século atrás, sua imponência pura me encantou: Tigres caminhando sobre patas de veludo através das florestas do Parque Nacional de Kanha na Índia, seguros de sua força, dignidade, e flamejante beleza; bandos de leões do Serengeti esparramados sob as sombras das acácias, derramados como mel sobre a grama dourada; leopardos-das-neves fluindo como meras sombras ao longo dos penhascos do Himalaia; e onças-pintadas movendo-se misteriosamente sozinhas na vastidão dos alagados do Pantanal Brasileiro. No entanto, hoje eu contemplo esses ícones da natureza selvagem e da própria selva com preocupação, sabendo que seus destinos dependem apenas da humanidade.

 Lá nos anos 1960 e 1970, nós realizamos trabalhos de história natural básica, que alguns diriam hoje fora de moda. Não havia imagens de satélite disponíveis para que delineássemos habitats adequados. A rádio-telemetria era primitiva, embora tenhamos aparelhado onças-pintadas com colares e rastreado seus movimentos. Não tínhamos câmeras automáticas com infravermelho para fotografar as criaturas que passassem. Para reconhecermos com certeza um tigre, eu olhava de perto o padrão de listras em sua face. 

Eu coletava fezes para determinar o que esses gatos haviam comido, seguia seus rastros na poeira ou neve para delimitar a extensão de seus movimentos, e examinava cada presa para descobrir sua idade e sexo. A conservação depende de tais informações.

Naquela época eu não imaginava que a natureza iria, tão rapidamente, se tornar esgotável. A população humana mais do que dobrou desde então, florestas deram lugar a campos, e rebanhos de animais domésticos substituíram a fauna silvestre nas pastagens. 

Leões, outrora tão abundantes, estão desaparecendo fora das reservas. Baleados, envenenados, e capturados em armadilhas por pastores e fazendeiros, parcialmente porque matam gado e ocasionalmente uma pessoa, os leões podem vir a sobreviver somente em reservas protegidas. Tigres ocupam hoje não mais do que 7% de sua distribuição original. Menos de 4.000 podem estar livres na natureza, enquanto, num triste contraste, a China e os Estados Unidos possuem cada um cerca de 5.000 em cativeiro.
Tigres e leopardos na Ásia são ameaçados por uma rede de caçadores ilegais que fornecem para o leste da Ásia, particularmente a China, com peles, assim como ossos e outras partes do corpo desses animais com suposto valor medicinal. Não é de se espantar que duas das reservas da Índia, Sariska e Panna, perderam todos os seus tigres sob o olhar de uma guarda complacente e desmotivada.
Certa vez eu segui o rastro solitário de um raro guepardo (cheetah) asiático através de seu ultimo lar no deserto do Irã. Como pode o mundo ficar de braços cruzados enquanto tesouros naturais como esse desaparecem, país após país?
Quando comecei meu trabalho de campo, foi com o objetivo não apenas de estudar uma espécie mas também de promover sua segurança dentro de uma área protegida. Esses esforços continuam essenciais. Mas eu tive que mudar minha forma de pensar. A maioria dos países hoje não tem espaço para dispor novas áreas grandes para sustentar uma população de, vamos dizer, 200 leopardos-das-neves ou tigres. A maioria das reservas existentes são pequenas, capazes de sustentar apenas alguns grandes felinos – e estes podem se tornar extintos por causa de endocruzamento (cruzamento excessivo entre animais muito aparentados), doenças, ou algum acidente eventual. E conforme os ecossistemas mudam com a alteração climática, animais terão que se adaptar, migrar, ou morrer.
Ao invés de se concentrar apenas em áreas protegidas isoladas e bem definidas, a conservação aumentou sua visão para manejar paisagens inteiras. O objetivo é criar um mosaico de áreas centrais sem pessoas ou desenvolvimento humano, onde um leopardo ou uma onça-pintada podem se reproduzir em paz e segurança. Tais áreas centrais são conectadas por corredores de habitat adequados que permitam um felino viajar de uma zona de segurança para outra. A área remanescente de uma paisagem é designada para o desenvolvimento humano. Essa abordagem integra aspectos ecológicos, econômicos e culturais. Eu estou envolvido em tal planejamento de paisagem para leopardos-da-neve no Planalto Tibetano na China. Nós mapeamos a distribuição do felino; fizemos censos das presas, tais como o carneiro azul (blue sheep); treinamos pessoal local para monitorar a vida silvestre; e trabalhamos com comunidades e mosteiros para promover bom manejo de terras e animais domésticos. Este trabalho é coordenado pelo Centro de Conservação Shan Shui da Universidade de Pequim.
É bastante fácil delinear o planejamento da paisagem, apontar locais potenciais em imagens de satélite, e criar um idílio mental de grandes felinos e gente vivendo juntos em harmonia.  Muitas conferências foram realizadas para definir problemas e apontar prioridades – mas a retórica supera em muito a implementação. Todos os grandes felinos continuam a diminuir seus números.

Para a maioria dos países simplesmente falta o desejo político e a pressão pública para salvar sua vida silvestre. Mesmo a proteção de reservas tende a ser fraca, com caça furtiva de animais, desmatamento desenfreado, mineração e outras atividades ilegais acontecendo comumente. Cada país necessita de uma força de proteção de elite apoiada pela polícia e mesmo o exército, cooperação regional rigorosa para impedir o comércio ilegal de peles e ossos, ação judicial rápida contra os infratores, além de outras ações de impedimento contra os crimes. No final das contas, conservação é política – e a política está matando os grandes felinos.
Humanos e predadores tem se confrontado por milênios com medo e respeito. Tal conflito vai continuar. Eu examinei cavalos mortos por leopardos-da-neve na Mongólia, gado morto por onças no Brasil, e a única búfala leiteira de uma família ser morta por um tigre na Índia. Todos os grandes felinos matam animais domésticos, especialmente se suas presas nativas forem dizimadas. Achar pelo menos uma solução parcial para tais mortes é uma questão crítica de conservação. Muito da predação sobre animais domésticos é, entretanto, resultado da falta de práticas adequadas de manejo, como quando gado na Índia simplesmente forrageia nas florestas sem ninguém por perto.
Será que os governos ou organizações de conservação deveriam compensar as pessoas por tais perdas? A idéia é sedutora, mas tentativas em vários países tiveram pouco sucesso. Além do fato que fundos contínuos para isso nunca estão assegurados, existem reivindicações fraudulentas, dificuldades na verificação, atrasos nos pagamentos, e outros problemas. Uma comunidade poderia estabelecer um programa de seguro no qual os proprietários pagam uma taxa e depois são compensados pelas perdas.

O turismo pode beneficiar muito uma economia, como visto na África, onde visitantes se amontoam avidamente ao redor de leões e guepardos. Entretanto, a maioria das comunidades próximas às reservas de vida silvestre se beneficia muito pouco porque os governos ou operadores de turismo falham em dividir os lucros.
Eu imagino se uma abordagem mais positiva pode ser mais eficiente: pagar as comunidades para que mantenham populações saudáveis de grandes felinos. Afinal de contas, é dolorosamente claro que boa ciência e boas leis não resultam necessariamente em conservação efetiva. As comunidades precisam estar diretamente envolvidas como parceiros de pleno direito na conservação, contribuindo com conhecimento, percepções, e habilidades. Consciente disso, tenho me concentrado nos últimos anos menos na ciência detalhada, algo que mais aprecio, e mais na conservação. Tentei me tornar uma combinação de educador, diplomata, antropólogo e naturalista – um missionário ecológico, equilibrando conhecimento e ação.
Mas sim, eu ainda coleto fezes de leopardo-das-neves para análise. Muito ainda precisa ser aprendido. Nós só sabemos como proteger leões e tigres, não como manejá-los em uma paisagem dominada pelo homem. A densidade demográfica da onça-pintada ou de outras populações de felinos em uma dada área é limitada pela quantidade de presas. É difícil contar espécies de presas, especialmente em florestas, e pouco se sabe de quanto um habitat pode suportar. De fato, ainda precisamos de informações sólidas sobre o estado e a distribuição da maioria dos felinos, com algumas estimativas baseadas às vezes em nada mais do que intuição. Onças-pintadas na Bacia Amazônica e leopardos-da-neve em várias áreas da Ásia Central nunca foram recenseadas.
Nosso maior desafio é conseguir persuadir e estimular compromissos nacionais para salvar os grandes felinos. É uma tarefa de todos. Comunidades precisam de incentivos para dividir suas terras com tais predadores. Os benefícios precisam ser baseados em valores morais tanto quanto econômicos. A onça-pintada é uma representação do Sol, a protetora de tudo o que vive para as sociedades indígenas da América Latina; o tigre na China era um emissário do Céu e na Índia hindu, uma força do bem; e o budismo ressalta respeito, amor, e compaixão por todos os seres vivos. A conservação é baseada em valores morais, não científicos, em beleza, ética, e religião, sem os quais ela não se sustenta.
Os grandes felinos representam o teste final de nosso desejo em compartilhar esse planeta com outras espécies. Precisamos agir agora para lhes oferecer um futuro seguro e promissor, se não por qualquer outra razão, porque eles estão entre as mais maravilhosas expressões da vida na Terra. 

O destino turístico de Bonito MS é assunto nacional

O destino turístico de Bonito MS é assunto nacional POR http://www.pantanalecoturismo.tur.br/NOTICIA-PANTANAL-3309-O+DESTINO+TURISTICO+DE+BONITO+MS+E+ASSUNTO+NACIONAL.htm


No dia Mundial da água (22 de março), os rios e o uso racional dos recursos naturais da cidade de Bonito no interior de Mato Grosso do Sul foi pauta regional e nacional dos telejornais da TV Globo.

A reportagem sobre Bonito MS foi ao ar nesta quinta-feira (22) no Jornal Nacional da Rede Globo. O destino turístico mostra que é possível ganhar dinheiro com a preservação da natureza.


"MS dá exemplo de preservação de recursos naturais" essa foi a reportagem da TV Morena, afiliada da TV Globo no Mato Grosso do sul. A matéria foi ao ar às 19h30 no MS 2ª edição desta quinta-feira, 22 de março.

A reportagem mostrou como Bonito fortalece sua economia através da preservação de reservas de água. Projetos ambientais na Serra da Bodoquena, onde localizam-se as cidades turísticas de Bonito e Jardim, protegem rios da região, e já abrangem 95% das áreas de preservação, as chamadas matas ciliares.

Imagens de águas cristalinas, e inúmeras espécies de peixes da região como o Dourado e as Piraputangas ilustraram a matéria. Pontos turíscos como o Refúgio Rio da Prata e Baía Bonita mostraram suas belezas naturais.



Cláudia Gaigher, repórter correspondente de Mato Grosso do Sul da Rede Globo de televisão, mostra como o turismo cresceu na região. Bonito, cidade interiorana com apenas 20 mil habitantes, recebe anualmente quase 300 mil visitantes. Há 20 anos, eram duas pousadas, hoje o destino possui 86 hotéis. Dados de 2011 apontam que o destino turístico chegou a lucrar R$120 milhões.

A reportagem conclui que "água limpa e natureza preservada pode ser sim um grande negócio".

Confira os links das reportagens citadas :

Tv Morena - MS 2ª edição: http://g1.globo.com/videos/mato-grosso-do-sul/mstv-2edicao/t/edicoes/v/ms-da-exemplo-de-preservacao-de-recursos-naturais/1869888/

Jornal Nacional: http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-nacional/v/bonito-ms-prova-que-e-possivel-ganhar-dinheiro-com-a-preservacao-da-natureza/1869878/

23 de março de 2012

Leilão TOP SENEPOL- 1º Leilão Senepol de Touros Avaliados – Positivos

Data: 
20 de Abril de 2012, sexta feira – 19h00

Local: 
Tatersal 02 da Acrissul – Campo Grande MS, durante a Expogrande 2012

Parceiros: 
Senepol Luar, GR2 Senepol, Senepol CM, Senepol da San, Fazenda Daman e Senepol Água Limpa.

Não perca esta oportunidade!!!

Carol – Senepol da San – Fazenda San Francisco
Pantanal * Miranda * MS
Mais informações com Dulcimar - (67) 9984-4402